Concorrência No Ensino A Distância Obriga Educador A Vi

28 Mar 2019 18:11
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<h1>Concorr&ecirc;ncia No Ensino A Dist&acirc;ncia Obriga Educador A Virar 'showman'</h1>

<p>A reabilita&ccedil;&atilde;o de pacientes que sofreram les&otilde;es neurol&oacute;gicas atrav&eacute;s da realidade virtual &eacute; o conte&uacute;do do mestrado de Giordano Marcio Gatinho Bonuzzi, 24 anos, na Universidade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte da USP (EEFE/Escola de S&atilde;o Paulo). Bonuzzi, que se considera um apaixonado pela busca, &eacute; o entrevistado de hoje do Conex&atilde;o Jovem.</p>

<p>Ainda no terceiro ano de faculdade, o paulistano que foi viver em Piracicaba ainda criancinha come&ccedil;ou a frequentar o laborat&oacute;rio de pesquisas da EEFE. “Conheci o mundo da pesquisa, que &eacute; a minha superior paix&atilde;o hoje em dia”, revela ele, que est&aacute; pela fase experimental de teu mestrado e realiza tuas pesquisas com pacientes em Piracicaba.</p>

<p>Perante orienta&ccedil;&atilde;o da professora doutora Camila Torriani-Pasin, Bonuzzi investiga a atividade f&iacute;sica e a reabilita&ccedil;&atilde;o de pessoas que tiveram d&eacute;ficits neurol&oacute;gicos, com &ecirc;nfase no AVC (imprevisto vascular cerebral), bem como com lesados medulares (parapl&eacute;gicos, tetrapl&eacute;gicos), pacientes com mal de Parkinson. “Uma das linhas de pesquisa &eacute; elaborar algumas t&eacute;cnicas pra aperfei&ccedil;oar a reabilita&ccedil;&atilde;o das pessoas. Um dos meus estudos &eacute; com jogos de realidade virtual, de Nintendo Wii, Playstation, que prop&otilde;em uma reabilita&ccedil;&atilde;o mais prazerosa e motivatora para essas pessoas”, conta Bonuzzi.</p>
<ul>
<li>9 Falsidade Ideol&oacute;gica</li>
<li>2 Mestrado acad&ecirc;mico</li>
<li> Lembrando Que Muitos Na Nossa Turma _out_map</li>
<li>Redes de Servi&ccedil;os Cooperados</li>
<li>(Online) Mestrados em justo da WashULaw’s - Estados unidos da Am&eacute;rica</li>
</ul>

<p>No Nintendo Wii, como por exemplo, o paciente fica sobre uma plataforma e, com o deslocamento do seu corpo, consegue manipular um avatar, um equipamento em realidade virtual. “Com esse balan&ccedil;ar do organismo ele, inconscientemente, trabalha o equil&iacute;brio”, descreve. Se a paix&atilde;o do educador f&iacute;sico pela pesquisa &eacute; enorme, os resultados que ela oferece aos seus pacientes faz com que Bonuzzi se sinta efetuado. “N&atilde;o s&oacute; preencho o meu anseio de desejar estudar mais, investigar mecanismos neurais, que &eacute; o que eu amo, por&eacute;m tamb&eacute;m proponho algo &oacute;timo pra esta pessoa, que fica muito grata”, observa.</p>

<p>As pesquisas de Bonuzzi s&atilde;o direcionadas &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o, todavia como personal trainer e coordenador da academia Corpo humano Ativo, pela Vila Rezende, ele pode atuar em outra frente: a da precau&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es. “Fui jogador de v&ocirc;lei federado, Como Desfrutar O Ensino M&eacute;dio Para Me Preparar Para O col&eacute;gio abandonar a carreira. O Que A Copa Vai Deixar Para o Futebol Brasileiro? les&atilde;o ocorreu devido ao treinamento incorreto e isso me despertou o interesse de ser profissional e fazer melhor”, alega.</p>

<p>“A na&ccedil;&atilde;o &eacute; imediatista: a pessoa entra pela academia hoje e quer o consequ&ecirc;ncia amanh&atilde;. Bonuzzi saiu de S&atilde;o Paulo ainda criancinha e veio para Piracicaba, cidade pela qual declara paix&atilde;o. “Piracicaba tem um charme caipira e comporta condi&ccedil;&otilde;es de cidade grande e isto me agrada muito”, define. No entanto o educador f&iacute;sico tem observa&ccedil;&otilde;es a fazer sobre isso transporte p&uacute;blico, que &eacute; falho n&atilde;o apenas na cidade, no entanto no Na&ccedil;&atilde;o todo, na sua avalia&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A sa&uacute;de tamb&eacute;m n&atilde;o vai bem. “Os planos de sa&uacute;de s&atilde;o comercializados para doen&ccedil;a e n&atilde;o pra preven&ccedil;&atilde;o”, critica. A educa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; alguma coisa a ser melhorado. “A gente se preocupa muito em amenizar as dificuldades agudos, como botar mais policiais nas ruas, evitar o tr&aacute;fico de drogas, mas os problemas a alongado tempo a gente negligencia”, diz. Trabalhar e preparar-se vem sendo a rotina de Bonuzzi, que acorda &agrave;s 6h e s&oacute; termina o dia &agrave;s 22h. Ele garante que tua vida n&atilde;o &eacute; s&oacute; servi&ccedil;o e que bem como leva a divers&atilde;o muito a s&eacute;rio.</p>

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